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Quinta-feira, 16 de Agosto de 2007

Era uma vez...

 

Era uma vez...
«- Olá! Sou o André... e tu ?...»
 
E está feito o 1º contacto. Daqui para a frente começa o jogo de sedução. Ele procura agradar, satisfazer... simula tudo o que for necessário só para a ter. Ela, tratada como uma princesa, um centro do mundo, deixa-se ir. A relação é consumada. Sobretudo assumida. Deixaram de ser dois e passaram a ser um só!
Contudo isto não é para sempre, o que se segue é uma impressão de afastamento, desinteresse... a comparação do antes com o depois!
«- 1º era a mais linda. Ouvia “amo-te” de manhã, à tarde e à noite... agora nada! Mudaste muito!!!»
Este é o princípio da ruptura, e acaba-se o “Era uma vez...”!
 
 
Este tipo de história corresponde a um pequeno universo. De facto as mulheres “ditas” modernas já seduzem mais do que são conquistadas, porém este conto ainda se repete. A relação parece chegar a um fim cujo culpado é o homem, e porquê? Porque não soube manter a conquista.
Claro que uma vez concluído o processo de conquista, a arte de cortejar fica arrumada no baú, embora se justifique a sua manutenção, esta fica reservada para novos episódios e não para os episódios antigos. Assim, o gajo, deixa de apupar a sua “donzela”... mas esta nota claramente o efeito passivo da questão. De repente deixa de se sentir mimada... e de quem é a culpa? Dele! Porque não soube manter o galanteio. Somos uns sacanas...
O que me faz comichão é:
Já ocorreu a estas senhoras que ele nunca teve de ser conquistado? Que ele não sente falta de mimos, porque nunca os teve da mesma perspectiva que a senhoras? Como acto de conquista? Mas a culpa é dele!!! Ele é que mudou!
As relações, neste pequeno universo, são concretizadas do homem para a mulher. É ele quem tem a pseudo-obrigação em conquistar... e mais tarde isso reflecte-se na ausência do processo de conquista, e pior que isso elas habituam-se ou acomodam-se à não necessidade em manter o que têm, ou por outras palavras... em conquistá-los! ...talvez porque não tinham que o fazer, afinal as conquistadas eram elas! Ou não? São umas sacanas...
AlfmaniaK
Estampa: Ninja!
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Esticado por AlfmaniaK às 12:22
Esta cueca | Partir um elástico | Engavetar
11 comentários:
De I&U a 16 de Agosto de 2007 às 13:20
Quase que diria que tinha esse post para fazer, é exactamente o que vinha a pensar.

As mulheres acomodam-se, onde julgam que existe um processo unidireccional de conquista Homem - Mulher. Que se esquecem que para existir desejo/vontade de continuar a conquistar tem que existir o desejo do mesmo. Se a Mulher não conquistou ou limitou-se a ser conquistada é natural que comece a existir rotura.
De AlfmaniaK a 16 de Agosto de 2007 às 13:45
Exacto! Por acaso lamento não ter recorrido a essa expressão se "é natural que comece a existir rotura"... porque é de facto uma questão de ordem natural das coisas.
Bom, obrigado pela visita e depois espero ver a tua dissertação deste tema! Ok?
De I&U a 16 de Agosto de 2007 às 15:38
lol
Não irá existir dissertação, elas ganham sempre, ou têm que pensar que ganharam.

Até pelo facto de que como li no outro post, elas compram vestido, mudam corte de cabelo, pedem para largar o comando de televisão - atenção que não sou maxista - mas como tão bem argumentam porque continuam a ver os homens como a 20 ou 30 anos atrás?
Porque não os veem nos tempos de hoje, a homem que cozinham, homem que mudam de penteado, ou ate que compram uma nova peça de roupa. Acredito que a diferença está que se o homem faz algo que a mulher não gosta, já é um parolo, mas a mulher ao contrário o homem aceita/tolera pelo facto se ela o está a fazer é porque se sente bem e não vale a pena estar a bater sempre na mesma pedra.
De Cláudia Oliveira a 16 de Agosto de 2007 às 15:29
Tenho cá uma pena, serio...
De AlfmaniaK a 21 de Agosto de 2007 às 13:05
Eu também tenho... e saudades, também!
De Crestfallen a 17 de Agosto de 2007 às 18:24
Exactamente. Parece-me que elas pensam que a conquista tem de ser nossa. Nós é que temos de andar interessados e manter o interesse delas em nós.

Desculpem lá minhas senhoras, mas só porque passam 3h a prepararem-se para sair, pintarem e vestirem-se lindamente, um conjunto de roupa interior super sexy, se acham que isso é lutar por uma relação... Não é.

O homem tem de conquistar a mulher diáriamente, enquanto a mulher acha que o simples facto de existir e de permitir que o homem a conquiste é o suficiente. "News flash", isso não chega.

A mulher tem de lutar tanto quanto o homem.

Não me importo de ficar com as culpas no final de uma relação. Ser culpado, faz parte do meu papel de homem.
De AlfmaniaK a 21 de Agosto de 2007 às 13:04
E ficou tudo dito!
Acho curiosa a perspectiva da condição masculina no final da tua observação. fica a impressão que temos que admitir que não há volta a dar-lhe, e isso parece-me um tanto ou quanto obtuso!...

A culpa é relativa! Gosto de assumir a minha culpa. Sempre e seja onde for. Mas recuso-me a ser o culpado de tudo.
De In a 17 de Agosto de 2007 às 23:40
Enquanto houver necessidade de contabilizar quem dá mais, quem luta mais, quem é mais culpado... é porque se está no caminho errado, ou porque se está com a pessoa errada...
Cada um tem de dar o melhor que pode e sabe, e o outro tem de ficar satisfeito com isso.
Por essas e por outras é que existe a "procura"...
De AlfmaniaK a 21 de Agosto de 2007 às 13:00
Concordo. Concordo muito... principalmente com o segundo parágrafo, porém a dificuldade em se assumir essa realidade reside na sintonia, ou falta desta, na relação.
Se não houver compreensão de ambos os lados, dificilmente há sintonia, e este ponto que foco no post é só uma forma de abordar a perspectiva do homem face à noção de conquista e gestão da relação... que aos olhos da mulher é tudo o mesmo! (digo eu)
De antiego a 14 de Setembro de 2007 às 23:22
Bolas Alf, envervaste-te. É verdade, elas têm a vida facilitada, e não têm a minha noção disse.

Por isso, proponho que as acorrentemos e as obriguemos a ver a peça de teatro "Não há estrêlas no céu".

Ou fechamo-las num quarto, damos o livro "Não há estrêlas no céu", e só saiem cá para fora quando souberem o que a personagem principal feminina disse àcerca de ser mulher.
De antiego a 14 de Setembro de 2007 às 23:23
lol, Errata:
em "minha noção disse", ler "a minima noção disso"

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