.Maio 2008

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30
31

.Remexer gavetas

 

.Cuecas frescas

. Afinal, isto tem um final...

. Vamos a elas!

. Todos gabarolas, todos ig...

. O que os homens querem!

. Uma relação! O ponto de v...

.Cuecas sem elástico

. Maio 2008

. Março 2008

. Fevereiro 2008

. Dezembro 2007

. Outubro 2007

. Setembro 2007

. Agosto 2007

. Julho 2007

. Junho 2007

. Maio 2007

.Elásticos

.Segue-nos!

Elástico da Cueca... o Blog!
Sexta-feira, 12 de Outubro de 2007

Asas de Mulher

Sabia que o que faltava era inspiração e eis que ela surge por causa deste post.  Vou contar vos umas história real, bem real sobre homens e mulheres.

 

 

Uma casal casado há anos. Ela perdeu a juventude porque se casou muito cedo e só conheceu aquele homem. Ele conheceu muitas mulheres mas viu naquela a sua companheira para a vida. Tiveram um filho, compraram casa em comum e decidem que vão ser felizes durante o resto da vida. Até um dia... no dia que a mulher decide sair com amigas e descobre que há um mundo para lá do casamento. Descobre que precisa do seu espaço, de tempo só para si, das amigas e viver o que não viveu, o que não teve. O homem fica inseguro, não a quer deixar voar e começa a prendê-la. Sufoca-a com tantas perguntas e com tantos medos. Ela, para o agradar, deixa-se ficar no seu ninho e promete que será dele até ao fim das suas vidas. Os dias vão passando e ela percebe que não é feliz, que quer mais do que tem. Ele sofre porque a vê sofrer mas não faz nada, é melhor assim. Afinal ficar tudo como estava é a melhor solução na sua cabeça. A mulher cansa-se, o casamento começa a ruir, o homem tem medo de a perder. Chegou o dia, ela acaba por voar e ele acaba por perder a mulher da sua vida. Nada é garantido, nada é certo. Acabem com esse medo. Nós, mulheres, também temos direito a viver longe do estatuto de mulher-mãe-trabalhadora . Não é fechando-as em casa que tudo se resolve. As coisas mudam, as necessidades de hoje não são as de amanhã, é preciso estar atento. Ninguém consegue prender as asas das mulheres de hoje!

Esticado por Cláudia Oliveira às 18:02
Esta cueca | Partir um elástico | Engavetar
35 comentários:
De Transbordices a 13 de Outubro de 2007 às 03:05
Gostei dessa. Ninguém consegue prender as asas das mulheres de hoje em dia. É verdade, conquistaram a sua independência, e praticamente não precisam de nós homens para nada, já têm os seus trabalhos e ao contrário do que sucedia no passado não dependem financeiramente dos homens para nada. Muito bem.

O problema é que quando é o homem a querer procurar a sua emancipação, procurar melhor qualidade de vida social por outras paragens, o que não é raro acontecer, bastante frequente por sinal, se tem que ver a braços com processos jurídicos que acabam por levar metade de tudo o que tem, a custódia dos filhos, etc, etc.

Mas não é também uma grande verdade que se continua a aceitar como norma que o homem é que é o suporte da família, tendo que sair todos os dias de casa para assegurar o ganha pão e a sobrevivência dos filhos? E que são as senhoras, salvo algumas raras excepções, que são suportadas pelo homem, remetendo-se às lides e tarefas do lar?

Porque quando a mulher não trabalha não há o minimmo problema, faz parte das regras sociais que seja o homem a assegurar o ganha pão, mas quando o contrário se verifica, será o homem bem visto aos olhos da sociedade?

E se fosse eu a ficar em casa, descansadinho, enquanto a minha esposa saía todos os dias par o trabalho, e eu ficasse de papo para o ar, dispondo do meu tempo para dele fazer o que quisesse, seria isso aceitável na nossa sociedade? Não, só é aceitável quando são os dois elementos do casal a trabalhar. Ele ficar em casa e ser sustentado por ela é inconcebível, mas o contrario é a regra corrente. levanta asas minha pomba, já que tanto queres a tua liberdade, mas depois não te queixes se ele reivindicar o mesmo para si. e acima de tudo, quando isso acontecer, não lhe queiras ficar com os bens. Nessa altura, quando ele começar a olhar para os rabos das outras, lembra-te dsa ânsias que tens também pelos rabos dos outros, em vez de lhe ires meter a mão na carteira...

De sopro-do-coracao a 13 de Outubro de 2007 às 22:43
Antes de mais, quero começar por pedir desculpas se te interpretei mal.
Mas parece-me, pelo que li, que tens uma ideia muito errada do que faz uma mulher, que supostamente não trabalha.

Ao contrário do que se pensa, e pelos vistos também pensas assim, uma mulher que não trabalha (fora de casa) e fica em casa, não fica descansadinha, enquanto o marido saí todos os dias para o trabalho, e não fica de papo para o ar, dispondo do seu tempo para dele fazer o que quiser. Muito pelo contrário.

Ela fica em casa, a limpar a porcaria que o seu marido e filhos fazem. Lava-lhes a roupa, passa-lha a ferro. Cozinha as refeições da família. Vai levar e buscar os meninos à escola, ajuda-os a fazer os tpcs . Isto se eles já tiverem idade para andarem na escola. Porque se não tiverem, tem que cumprir com as tarefas da casa, com os meninos a chorarem e a pedirem a sua atenção.

Se há coisa que gostava muito que acontecesse, era ver os homens nesse papel. Queria ver quanto tempo aguentavam...

Gostava ainda de dizer, que se a mulher conseguir ganhar dinheiro suficiente para sustentar, a casa, o marido e os filhos. E se o marido estiver na disposição de fazer TODAS as tarefas que a mulher faria se estivesse em casa, não vejo mal nenhum nisso.

Só em jeito de remate, quero dizer que trabalho fora de casa. O meu marido também. Temos dois filhos e dividimos as tarefas (divisão efectiva, não teórica). Ganho o dobro do meu marido , o que é bom, porque ajuda bastante no orçamento familiar. E Felizmente, ele deixa-me voar e eu a ele também.
De Cláudia Oliveira a 14 de Outubro de 2007 às 22:45
Estás desculpada, realmente percebeste tudo mal. Não falei sequer em mulheres donas de casa, muito menos mal. Eu estou aqui para defender as mulheres e jamais seria capaz de não as defender.

Parece que és uma mulher de sorte, há poucas assim. Pelo menos começo poucas bem casadas, ou com um casamento sólido.
De Cláudia Oliveira a 14 de Outubro de 2007 às 22:52
Já percebi, o pedido de desculpas é ali para o menino em cima. Eu é que percebi tudo mal. Credo! Desculpa.
De sopro-do-coracao a 18 de Outubro de 2007 às 12:17
Ola mau Feitio...

Estas desculpada. Aliás, eu não comecei muito bem o meu comentário. Deveria ter começado por comprimentar o Transbordices. e não o fiz. O que foi de uma grande falta de educação da minha parte.

Mas fiquei tão chocada com o que li, que nem me lembrei disso.

Por isso aqui fica o meu pedido de desculpa ao Transbordices, por não o ter comprimentado antes de o ter comentado.

Assim, e para não voltar à falta de educação, deixo aqui um beijo para a Mau Feitio e para o Transbordices

De Transbordices a 14 de Outubro de 2007 às 23:15
Sopro_no_coração:
Certo, vejo que tens as medidas certas, não há hipocrisia nas tuas palavras...
Tens que admitir que não é decente o homem viver à custa da mulher... Há uns que se aproveitam bem de certas meninas que vivem com as ilusões dos grandes voos e depois acabam sem eira nem beira...

Depois, é como se costuma dizer. Onde há amor não há andor... Só quem não tem procura...

Fica bem,
De sopro-do-coracao a 18 de Outubro de 2007 às 12:33
Ola Transbordices...
(desta vez não me esqueci )

Concordo quando dizes que não é correcto um homem viver á custa da mulher. Mas, deixa-me acrescentar que, também não é correcto uma mulher viver á custa do homem.

Eu não considero que uma mulher que fique em casa a tratar desta e dos filhos (ou um homem, nas mesmas circunstâncias), viva á custa do parceiro ou parceira. Porque nesses casos, as pessoas trabalham, e muito.

Eu era incapaz de estar em casa, a tratar das lides domésticas e dos filhos. Não só porque o dinheirinho faz falta, mas também por uma questão de feitio. Estive 2 meses desempregada, logo nessa situação, e já me estava a passar.

Beijinhos...

De Transbordices a 18 de Outubro de 2007 às 20:42
isso é da maneira coomo a nossa sociedade está organizada. Vais para o trabalho e é uma seca. Ficas sem trabalho e não tens alternativas. Repara que para mim, se não trabalhar é o paraíso e o trabalho o inferno. No entanto tenho que viver com o inferno - às vezes
De Cláudia Oliveira a 14 de Outubro de 2007 às 22:51
A ti já te forma ao bolso, está visto. Nota-se raiva nessas palavras escritas. Falei no amor, casamento, união, sentimentos. Tu vens falar-me em dinheiro? Não há sintonia...
De Miss Bradshaw a 13 de Outubro de 2007 às 16:00
n tinhas inspiraçao,mas quando ela veio,veio em força ! ;)

sem duvida um excelente post,que nao precisou de muitas palavras para dizer a verdade: as mulheres de hoje ja nao são as meninas criadas para serem maes e mulheres de familia.
eu ja nao tenho fé nenhuma na instituiçao casamento,quanto mais ele é composto por dois "miudos". Não seria capaz de viver uma vida de casada sem ter vivido a vida de mulher solteira,livre para sair a noite e para ir aos cafes com as amigas sem dar contas a ninguem.
a melhor soluçao é viver mesmo o maximo e quando chegar a altura "pessoal" de assentar aí pensa-se nisso.ninguem quer uma mulher a viver a sua adolescencia aos 45 anos! *****
De Cláudia Oliveira a 14 de Outubro de 2007 às 22:47
Obrigada pelas palavras, também não seria capaz viver casada (com ou sem vida de solteira) e vou continuar a ser fiel às mhas palavras.
De Neusa Beatriz a 14 de Outubro de 2007 às 14:20
Que poderei eu dizer mais ...
Pois tudo está bem escrito, dito e explicado neste post...
Deixem-nos voar para voltarmos sempre ao ninho.
Não escrevia melhor do que aquilo que escreveste.
Jins e boa semana
De Cláudia Oliveira a 14 de Outubro de 2007 às 22:48
Deixem-nos voar para voltarmos sempre ao ninho.

Boa Frase!!!
De nanny a 14 de Outubro de 2007 às 23:05
Não sei se ninguém consegue... acho é que ninguém deve... porque mais cedo ou mais tarde as asas começam a abrir... e quem estiver perto ainda se magoa... figurativo, mas bem verdade!

Beijinho
De sexy_hot a 14 de Outubro de 2007 às 23:23
Já tinha lido o post (naquele dia que comentaste o meu), não comentei apenas porque não me sentia preparada, ou seja, não gosto de comentar por comentar por isso esperei uns dias para colocar as minhas ideias nos sítios certos e perceber o que realmente estava acontecer comigo e o tudo o que escrevi num outro post e depois de ler este, finalmente percebi que os homens também podem ganhar asas tal como as mulheres.
Todos precisamos de espaço, ninguém é de ninguém, ninguém nos pertence e ninguém é realmente nosso. Se decidimos prender e retirar-lhe o espaço ela/ele some-se da nossa vista.
De IDS a 15 de Outubro de 2007 às 01:20
Gosto do que leio, honestamente que sim.

Defendo - aliás sempre defendi - a emancipação feminina, a sua liberdade de opção quanto a prioridades e vínculos, quanto a rumo e futuro, como é, afinal, o direito de todo o ser humano independentemente do género (leia-se feminino ou masculino).

Contudo, e como não há bela sem senão, a súbita libertação feminina acarreta consigo, tal qual o 25 de Abril, o excesso, e, para infortúnio de uns e gáudio a termo de outros, erros crassos.

Todo o excesso de liberdade nos leva a enganos, erros de palmatória, até porque se diz desde sempre que "o fruto proibido é o mais apetecido". A emancipação feminina não se construiu racionalmente suportada no esforço titânico das sufragistas, antes se desenvolveu precáriamente numa ãnsia de retaliação, num jogo bélico andrófobo. As mulheres pecam ao defenderem não precisar de homens e algumas por preconizarem o extremo de desejar excluir os homens do seu papel da perpetuação da espécie. Felizmente que tal não é possível, pois que só iria contribuir para as já de si gravosas assimetrias na formação das nossas gerações. Assim, ao incorrerem neste estado marcial, comprometem a sua luta pela igualdade pois pretendem colocar-se acima, endeusando-se através dos média e de um mercado de consumo quase estritamente voltados para o feminino. Tornaram-se ícones, mas como Ícaro, a sua imprudente aproximação ao objectivo de reduzir os homens a cinzas irá coincidir com a sua própria queda: eliminando os homens do equilíbrio da Natureza, a espécie definha e morre e com ela as mulheres. Condenam-se ao fracasso por não compreender a verdade mais salutar: toda a glória nasce da combinação de esforços de ambos os lados.

Assim, defendo que uma mulher opte se pretende seguir uma carreira ou dedicar-se à maternidade, até mais se combinar ambas. Mas não posso, nunca, aceitar em consciência que uma mulher se valha da luta ancestral das sufragistas que pretendiam o equilíbrio para justificar o injustificável: o logro a alguém que dizem amar para depois o abandonar porque se encontrou novo brinquedo.

A bem da verdade admita-se: é excessivo falar-se de dia da Mulher, de jantares só de mulheres, de maratonas e efemérides só de mulheres. Não equilibra, antes inverte somente os extremos, mantendo os problemas, apenas lhes mudando o género.

Se querem optar, que optem. Mas não usem, manipulem e suguem até à exaustão o melhor dos homens sob o pretexto da igualdade, porque será apenas e só oportunismo.

Frio, cínico e desumano.

E o mesmo se aplica aos homens que fazem dessas mesmas permissas um modo de vida.

A bem do futuro.
De Transbordices a 15 de Outubro de 2007 às 19:53
Gostei deste post, mais ainda, depois deste post parece-me que é uma falta de bom senso escrever mais acerca do assunto, principalmente se for para dizer futilidades, encher chouriços, ... Gostei do post, eu certamente não faria melhor, nem por sombras. Mas claro está, eu sou bem intencionado e franco, honesto e sincero, qualidades cada vez mais raras, nem sei em que medida proporcional a sei lá o quê?
De Cláudia Oliveira a 15 de Outubro de 2007 às 20:34
Não há homens a sugar o melhor da mulher? Não há homens a usar e abusar das mulheres? Não são eles culpados da violencia domestica em portugal? Da taxa de alcolemia? Da maior parte das violações? E vens tu dizer-me que nós é que sugam o dinheiro aos homens, o melhor dos homens e bla bla bla?
Pareces que andas enganado, aqui a culpa disto tudo é vossa...
Muitas das mulheres dizem que amam o marido porque não iomaginam que podem ser bem tratadas por A ou B, acomodam-se àquele tratamento de merda que vocês dão. Só depois de abrirem as asas e os olhos perante o mundo percebem que afinal o maravilhoso marido que tinham em casa não passa de um sapo.
Nós mulheres queremos mais e mais, não nos vamos ficar por aqui. E que bem fazemos nós...
De Transbordices a 15 de Outubro de 2007 às 22:01
Por isso é que comigo o casamento é com separação de bens. Assim não há problema em dar-lhe um pontapé no rabo para a ajudar a levantar voo quando começar a exigir mais do que aquilo que merece e se tornar insuportável, e demente.
De IDS a 16 de Outubro de 2007 às 01:20
Cara Morena:

"Não há homens a sugar o melhor da mulher? Não há homens a usar e abusar das mulheres?"


Eu passo a citar o meu comentário: "E o mesmo se aplica aos homens que fazem dessas mesmas permissas um modo de vida.

A bem do futuro."

Não sou parcial nem defendo a minha dama. A imperfeição é congénita em ambos os sexos.

E, lá está, se preconizasse a defesa exacerbada de um dos géneros, seria hipócrita. Aliás, adoro dormir com o inimigo...


De oamante a 23 de Outubro de 2007 às 13:03
Calma, Mau Feitio. O IDS tem razão quando diz que passamos do machismo, para o feminismo. Há que haver a tal democracia de que falo. Eu não posso assumir a culpa pelas gerações anteriores de homens!
E há algo que eu sempre disse aqui: prefiro as mulheres fortes, ousadas, independentes e tudo o mais, porque assim não preciso de tomar conta delas, posso simplesmente... partilhar a vida!
De htsousa a 15 de Outubro de 2007 às 11:31
Pensei que escrevias sobre uma coisa, mas no final viraste o assunto para a emancipação feminina. Mas ess texto pode muito bem ser aplicado a muitas outras relações em que a mulher também tem um papel activo, não tem problemas de emancipação. A verdade é que muitos dos realcionamentos de jovens adultos acabam porque um deles não tem experiência, quer mais da vida, quer viver o que não viveu, e as asas abrem-se.
E acho que acontece tanto a homens como a mulheres, a diferença está em que ainda há muitas mulheres que só têm liberdade para crescer depois de sair das "asas" dos pais.
De Cláudia Oliveira a 15 de Outubro de 2007 às 20:35
Ou das asas do marido que nem deixou a mulher sair das asas dos pais.
De Passo a 15 de Outubro de 2007 às 13:44
é o q eu sempre digo ... a melhor forma de ter um passaro q cante pra nos n é prende-lo numa gaiola. mas sim deixa-lo voar livremente pois todos os dias voltara pa nosalegrar c o seu canto :)
De Cláudia Oliveira a 15 de Outubro de 2007 às 20:36
Voltar se quiser, sem pressões por ter estado muito tempo longe.
De mteresinha a 15 de Outubro de 2007 às 14:35
Partilho da opinião do(a) Passo...
quando nos apertam sufocamos, por outro lado também é bom sentir que nos querem por perto..somos todos assim?
O problema das asas é que nem sp sabemos para onde ir...
De Cláudia Oliveira a 15 de Outubro de 2007 às 20:37
O facto de não saber para onde ir, ou não ter dinheiro para ir é o problema de tantos maus casamentos. É só mais um dia, é só mais um dia e ficam e ficam.... O dinheiro traz felicidade, pelo menos ajuda na escolha de melhor opção.
De IDS a 16 de Outubro de 2007 às 01:22
Dinheiro = Felicidade

Isso deve ser uma asserção de comercial...

De sextrip a 16 de Outubro de 2007 às 10:57
só um aparte, tendo em atenção os dois excelentes comentários da Sôpro-do-Coração e do IDS :

não existe feminino para a palavra "Chulo".
ou seja, não existe a palavra "Chula".
ainda que, como já acontece e conheço casos, um homem fique em casa, a mantenha e cuide dos filhos... é sempre apelidado de "chulo" e sempre desacreditado naquilo que faz (por muito bem que o faça).
seja por homens ou por mulheres.
não existe, na verdade, tolerância social para esse papel.
e é um daqueles casos em que a "igualdade entre sexos" é coisa para inglês ver !

quanto à "mulher doméstica"... sempre foi e continua a ser uma situação bastante ingrata.
originário de uma família "sem pai", onde desde cedo foram os quatro filhos que providenciaram o sustento económico... sei do que falo.
minha mãe, como doméstica, não tinha uma "vida descansadinha" nem tempo (como se dizia na altura) para "dar à língua".
o equilíbrio era esse - os filhos trabalhavam "por fora", ela trabalhava "por dentro".

certa vez disse-nos que tinha um "emprego não renumerado".
aquilo caiu-nos mal - pois todos lhe entregávamos os nossos ordenados na íntegra.
até que entendemos que... o sentido de "auferir" é importante para uma pessoa e que esse sentido estava ausente - a minha mãe simplesmente "geria" os nossos ordenados.
são "pequenos pormenores" que não nos ocorrem, simplesmente.

os "pequenos pormenores", contudo, não se ficam por aqui.

quanto ao resto do artigo...
façam aquilo que têm a fazer.
De IDS a 16 de Outubro de 2007 às 17:20
Uma opinião sólida e com o fundamento da experiência própria é um enriquecimento desta questão.

Admito que a minha experiência difere da tua, pelo que essa forma de colocar os factos, vistos por quem os viveu, acaba por me dissuadir de incorrer no erro fácil de catalogar uns e outros de um modo "estanque".

São questões sem preto ou branco, apenas uma enorme área cinzenta.

Obrigado pela opinião e pela experiência, Sextrip. E pelo facto de as mesmas me permitirem ter uma visão mais ampla e menos redutora.
De mteresinha a 16 de Outubro de 2007 às 12:11
o dinheiro traz felicidade, de facto com ele podemos ter o que desejamos viajens, carros,jantares, etc, etc,.. mas são momentos de satisfação que se esgotam rapidamente se não formos verdadeiramente felizes ( sozinhos ou acompanhados), por isso não acho que a felicidade esteja no bolso de um parceiro rico e ainda menos sem gostar dele...
mas como há coisas que sabem bem mm que por breves instantes o melhor será:
1- a chave do euromilhões ( mt dificil)
2- trabalhar e ser bom no que se faz (dificl mas atingivel)

Partir um elástico

O Elástico no Sapo Spot!!


.Lixívia

unidade(s)

.Estendal