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Terça-feira, 29 de Maio de 2007

Diferente?!?

 

Diferentes?

 

 

As miúdas atrapalham-me o juízo. E gosto!
Tenho reparado em alguns argumentos que as fulanas usam quando pretendem fazer prevalecer o seu ponto de vista, mas há um que me deixa de rastos:
- ...é diferente!

 

Cá está!
Independentemente da situação, quando as confrontamos com um exemplo, uma analogia ao seu raciocínio colocando-as no mesmo plano que nós, ou por outras palavras, quando dizemos que elas fazem, fizeram ou são iguais a nós, simplesmente conseguem articular a palavra: "Diferente".
Explicar o porquê é simples. A ideia consiste em ganhar tempo para arquitectar uma manobra de diversão, de modo a desnivelar a conversa colocando-se ela por cima (elas gostam, eu sei).

 

Porém, a questão mantém-se... é diferente o quê?
Falemos de ciúmes Vs convívio público: "Ha e tal... e tu e o cruzar de olhos, também olhas, também imaginas...", e vai daí: "...mas é diferente!"

 

Falemos de ajuda em casa Vs Timing e TV: "Ha e tal... e tu sempre com a mania de ter tudo à tua maneira, quando tu queres...", e vai daí: "...é diferente!"

 

Falemos de condução delas Vs condução nossa: "Ha e tal... Também te picas facilmente, e não respeitas o velhinho...", e vai daí: "...é completamente diferente!"

 

Falemos de relações: "Ha e tal... tu também só me dás atenção quando te lembras, mas eu tenho que dar atenção quando tu queres e...", vai daí: "...é muito diferente. Tu não me ligas"

 

Por isso questiono a veracidade sobre a capacidade de abstracção das mulheres. Será que conseguem ter uma capacidade de percepção do abstrato e depois, sem mais nem menos, só conseguem ver a ponta do nariz? Evidentemente diferente das outras pontas?


As nossas cuecas são diferentes. Eu sei! Mas o objectivo não é o mesmo? Para quê argumentar o óbvio???!!!

Estampa: cuecas na cabine!!!!
tags:
Esticado por AlfmaniaK às 12:03
Esta cueca | Engavetar
De InsideOut a 29 de Maio de 2007 às 13:57
Não é diferente, as mulheres é que normalmente sentem as coisas de forma diferente dos homens. Não olhamos mais para a ponta do nariz. Ás vezes até olhamos mais para o nariz da outra pessoa do que para o nosso. Chamas a isso falta de capacidade de abstracção.

Quando duas pessoas gostam uma da outra, tentam aprender acerca uma da outra, da forma como devem lidar, das necessidades que cada um tem, dos defeitos que cada um tem... Eu penso assim. Logo, ao preocupar-me com a outra pessoa e querer aprender sobre ela, é também olhar para o nariz?

Agora explica...
De AlfmaniaK a 29 de Maio de 2007 às 14:39
Pensas tu e pensa o resto do pessoal. As relações constroem-se sobre a compreensão mútua. Agora pergunto-me, como é que é possível isso acontecer, se vocês sentem as coisas de forma diferente e usam isso como escape para minorar os sentimentos ou a nossa opinião? É como digo, esse argumento do "é diferente" parte-me todo.

A história do nariz é uma metáfora. preciso explicar?
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