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Terça-feira, 10 de Julho de 2007

Rosa? Cor de Maricas?!

Tanta confusão à volta da camisola cor de rosa dos benfiquistas. A Maya já gritou que os jogadores vão estar mais frágeis dentro de campo com a camisola dessa cor. O Cláudio Ramos veio para os jornais dizer que a cor não é má, visto que ele próprio a usa.

Não percebo a cabeça desses homens, que andam para aí a dizer que rosa é cor de maricas . Onde anda a vossa virilidade? Pois, macho que é macho não usa rosa, não é? Não será coisa da vossa cabecinha fraquita que decide o que são cores de mulheres e cores de homens? Ainda mantêm a mente atrasada. Está na hora de perceber que o sexo não se vê pelas cores, nem pela profissão, nem por coisa nenhuma.

Estampa:
Esticado por Cláudia Oliveira às 10:34
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Quarta-feira, 4 de Julho de 2007

Exclusividade Sexual!

 

Maluca!

 

 

Nas abordagens anteriores perspectivo a relação sexual de forma aberta e, sei lá eu porquê, quem comenta fecha tudo numa perspectiva a dois, e só a dois.
Portanto, assumo que são as pessoas mais indicadas para me explicarem essa coisa da fidelidade, a qual eu chamo com muito carinho de: Exclusividade Sexual!

 

Numa relação assumida e consentida (namoro/casamento/vivência) está sempre presente, à priori, a noção de fidelidade que não é mais que o dar continuidade ao que se sentia no início. Isto é: Temos a paixão, aquela cena avassaladora que uns dizem ser amor, outros dizem ser magia, mas que se resume a uma cegueira fisiológica protagonizada pelo nosso organismo. Esta cegueira não nos permite olhar à volta, só para o que nos cegou, e é aqui que começa essa história da fidelidade.
A paixão é efémera. Mais cedo ou mais tarde, a coisa passa, e deixamos de ficar cegos. Porém, já se tem uma relação assumida. E aqui começa a treta da história toda. Fidelidade porquê? Para simular que ainda andam cegos?

 

Aceito a fidelidade moral. Acho que é bonita e sempre dá valor à frase "Olhos para todas, coração para uma!". Tem o seu quê de poesia. Mas vai daí, e o que sucede é que na ausência de ciúmes, a liberdade do olhar expande para a liberdade do tocar e nestes casos a frase "mãos para todas, coração para uma!" já não tem aplicação e aceitabilidade quase nenhuma. Ora isto, pouco ou nada tem a ver com ciúmes ou fidelidade, mas sim com a questão territorial: "O que é meu, é meu!"
Quase que se pode esquecer a conversa do "coração só para uma" porque o que está em causa são as mãos (ou sabe-se lá mais o quê).
Se a fidelidade é suposto ser algo sincero e humano, o que é que o sexo tem a ver com isso? Se se ama ou gosta desta fulana, porque é que lhe deve exclusividade sexual? A emoção amor está assim tão relacionada com o sexo, que este passa a ser uma questão de fidelidade? Quem é que decidiu isto?
Desde quando é que por amar esta fulana, uma pessoa fica inibida de sentir a tal paixão por cicrana? Porque lhe é fiel ou porque tem que ser fiel?


Detesto esta noção de exclusividade sexual. Não tem razão de ser. É contra-natura, e pior: só alimenta desgostos de amor, que... enfim, caso a nossa moral fosse algo de razoável, não teriam lugar!
Quase parece que muitas relações terminam por causa da "infidelidade" sexual, esquecendo se havia ou não fidelidade emocional... mas sejamos sinceros, isso importa, quando é o sexo que está na mesa?

Com isto não defendo que haja promiscuidade, e que a libertinagem seja algo de assumido, apenas não compreendo esta noção de exclusividade sexual como sinónimo de fidelidade!!
Ora, alguém avança e explica porque é que se sente tão satisfeito em ter um, e um só parceiro sexual (em teoria para sempre), e exigir dele essa mesma condição de ser singular?

 

AlfmaniaK

Estampa: cheio de dúvidas!!!
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