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Segunda-feira, 10 de Setembro de 2007

Corno é singular masculino!!!!!

Corno é masculino... até no inferno!

 

 

A língua tem destas coisas que podem dar que pensar. "Corno" é masculino.
Com esta pequena introdução revelo o âmago deste post, e não tenho forma mais simpática de começar isto, senão tocando no nervo ciático directamente:
A mulher é tendencialmente infiel!

 

Admito que a premissa é frágil, mas não consigo deixar de observar que de facto o género feminino tem uma facilidade singular em trair, enganar, mentir ou iludir até ao extremo que, à sua data, mais lhe convém. Se eu quisesse abordar isto com números, sentir-me-ía melhor, mas não há! Portanto somos todos iguais. Homens e mulheres são, para todos os efeitos, infiéis em igual número. Ainda assim não consigo deixar de debitar alguns reparos nos comportamentos sociais que sugerem haver uma tendência clara para que a mulher seja infiel:

  • 1º A mulher vive numa falsa ideia de segurança. Afirma sempre que sabe o que quer. Antes, na véspera e depois, mesmo quando a sua opinião muda, a mulher raramente admite que podia ter dúvidas sobre o que queria.
  • 2º O estigma social que a mulher tem vivido, fez dela uma pessoa sugestionável. O ambiente, as palavras, os jogos levam as mulheres a experimentar o que ontem elas não fariam.
  • 3º A mulher especula muito. Esclarece pouco. E é vingativa. (isto numa relação é perigosíssimo)

 

Detesto generalizações fáceis e, para manter isto nos eixos, poderia concordar sem questionar a frase: "Não há mais ou menos homens/mulheres infiéis... há pessoas infiéis!", mas também detesto hipocrisias fáceis.
O Homem (entenda-se homem/mulher) é um ser sexual. A partir daqui todos somos infiéis, porque a consciência sexual não obedece aos cânones morais. O que distingue uns de outros, é exactamente a sua segurança consigo próprio. Os homens querem mandar quecas. Não o negam. Isto é salutar.
As mulheres também querem mandar quecas. Mas admitem?
Uns sabem o que querem e agem de acordo com isso. Outros afirmam que sabem o que querem e têm conflitos na forma de agir.
Qual é a mulher que não sabe mentir? Qual é o homem que sabe mentir? Quem tem mais orgulho nesta questão(?), eles ou elas?
Quase que é anedótico, mas mais depressa se apanha um corno, que uma mulher fiel!!!!

 

Os homens? Nós somos patéticos. Se queremos, vamos! Se não queremos, não vamos! Tão simples como isto. Assumimos um lado sexual que faz de nós pessoas não fiéis, porém, não necessariamente infiéis. O homem que é infiel raramente expõe essa realidade. Já as mulheres... O homem infiel, raramente se preocupa em sustentar a mentira, é um 8 ou 80! Ou fica com a outra, ou com a respectiva. O homem infiel é o idiota que mantém a fachada do que não lhe serve... mais depressa se descarta da sua relação moral, do que viver com ela!

 

Mais uma vez, isto não se aplica a todos, mas há linhas que facilmente se ajustam a quase tudo o que nos rodeia. E em jeito de remate, que se entendam os 3 pontos comportamentais:

  • 1º Ao se acreditar falaciosamente que se sabe o que quer, é meio caminho andado para, ao tropeçar na realidade, a falsidade dessa segurança vir ao de cima.
  • 2º A influência de terceiros é determinante no comportamento. Ou são as amigas que já fizeram, ou é a palavrinha doce do conquistador mal intencionado. Ser-se sugestionável facilita que estas coisas levem a melhor sobre a pessoa que não sabe o que quer.
  • 3º O comportamento vingativo da mulher funciona com réplicas. Se elas acreditam que ele lhes é infiel, elas respondem com a mesma moeda (confesso que não sei bem para quê?), na tentativa de provar alguma coisa...

Abstenho-me de enumerar ou referir os casos infelizes das mulheres que são infiéis para salvar a relação... enfim!
E fica a pergunta: Se o importante é a cumplicidade, a confiança, o amor, etc... para que raio serve o argumento/desculpa da infidelidade: Compensação sexual?


AlfmaniaK

Já agora, deixem o vosso voto aqui à direita... nós deixamos!

Abaixo, bem juntinho a mim está a oposição feminina, a Morena não se ficou e adoptou a frente politicamente correcta desta questão! Tomem nota de ambos os posts e opinem.

Estampa: Desconfiado
Vibe: Edvard Grieg - Peer Gynt Suite#1.IV Dança de Anitra
tags:
Esticado por AlfmaniaK às 21:07
Esta cueca | Engavetar
De IDS a 14 de Setembro de 2007 às 12:11
Após leitura atenta de ambos os posts e respectiva exegése e, para complementar, apreciação dos dados da "sondagem" levada a cabo neste âmbito, as conclusões tornam-se quase ridículamente óbvias.

Diz Alfmaniak que o homem ("h" minúsculo, género masculino, antes que me acusem de chauvinismo) é uma criatura de impulsos que difere da mulher ("m" minúsculo, género feminino, antes que me acusem de feminismo). Até aqui não se percebem quaisquer novidades apocalípticas ou quaisquer profecias do Armagedão.

Acresce a isto, na opinião do mesmo autor, que o impulso masculino é quase estritamente libinal e dir-se-ia mesmo amoral, não porque lhe seja avesso, mas porque não envolve sentimentalismos e questões de moral num afluxo, num assomo de ânsia sexual. Concordo parcialmente, permitindo-me uma adenda: o Homem que trai não o faz mentindo-se a si mesmo, como advoga a autora do post seguinte, a ilustríssima Morena, uma vez que - lá está - não envolve esferas de moralidade e sentimentalismo num cenário mais amplo que afinal, e sem ser redutor, é apenas sexual, ou em uma palavra: hedonista.

Aqui, a mulher que tanto faz por propalar uma pretensa supremacia - mais uma vez a ilustríssima Morena faz alusão ao fabuloso "multi-tasking" feminino - acaba por extremar posições e incorrer num erro digno de uma patologia mental. Não é ofensa gratuita a mulher alguma o que escreverei de seguida, antes uma mera constatação do óbvio.

Li em ambos os posts, ainda que de modo mais explícito em um deles, que por vezes se argumenta que a traição (vide "queca mágica") pode salvar a relação. Discordo. E só uma mente que confunde moralidade e sentimentos poderia num cenário de deslealdade procurar uma tão descabida quanto inaplicável justificação para o acto que acaba de cometer. Assim sendo, acabei de o dizer e de ilustrar a diferença histórico-temporal entre homens e mulheres, tal como o fez, de modo eloquente, Alfmaniak: o homem é sexual; a mulher é sugestionável.

Dizer o contrário é negar o evidente, e basta verificar qual dos géneros segue a par e passo as tendências da moda, e esta é, sem sombra de dúvidas, uma sugestão lançada para os média por um punhado de tipos que sabem coser umas baínhas e pouco mais. As mulheres vão atrás do "ouvir dizer", do "diz que disse", do que vem em letras garrafais nas capas das publicações ditas exclusivamente femininas e que não passam de 80 páginas de publicidade de página inteira contra 20 páginas de artigos medíocres sobre "o que dizem as suas amigas nas suas costas" (óbvio que dizem o mesmo que você diz delas, cara leitora, é coisa do eterno feminino...).

Posto isto, o homem não nega que trai porque ao ver a sinuosidade de algumas silhuetas femininas se acomete de quase priapismo. Existem hormonas em sobretensão que precipitam o homem para a saciedade da líbido.

A mulher, por seu turno, invoca milhões de motivos mirabolantes, todos eles muito nobres e grandiloquentes, mas nenhum realmente válido. A verdade é que o fez por vaidade (afinal escutar as palavrinhas doces é alimentar não o ego mas a clássica e quase paleolítica vaidade feminina), ou porque ouviu dizer que o tipo era um autêntico maratonista-contorcionista, ou porque o tipo é uma celebridade e ir para o saco com um tipo mediático fica bem no currículo da "queca"... mas quando questionada acerca da sua motivação, eis que responde: "Para salvar a relação tive que o fazer para perceber o quanto te amo, blá, blá, blá... (horas e horas de "idle chatter") e que no fundo quero estar contigo, blá, blá, blá... (mais horas e horas de "idle chatter") e que se o fiz, foi por ti, foi por nós".

Ou seja, rejeitam responsabilidades para evitar o vulgar "peso na consciência" e colocam o ónus afectivo no seu companheiro, que perante tal demonstração de amor e altruísmo (afinal, foi para salvar a relação) se vê sob coacção para perdoar. A chantagem emocional, um dos subterfúgios femininos mais desesperados, como forma de legitimar o ilegítimável.

E como se pode salvar uma relação destruindo a confiança, o respeito, a cumplicidade? São desculpas já ancestrais e erodidas.

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