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Quinta-feira, 18 de Outubro de 2007

Mulheres: conduzir ou não conduzir? Eis a questão! (que nós homens colocamos e com cautela)

....socorro!??

 

 A condução.
Podia abordar a capacidade de dirigir, ser condutor ou líder de algo, mas vou falar da condução propriamente dita. Carros, peões, sinalização e afins...


Conheço muita gente boa ao volante e toda a minha opinião é reflexo da observação directa do meu universo, e da experiência empírica (quando me aventuro a viajar numa viatura...  em particular conduzida pelo sexo feminino). De tudo o que se me oferece dizer, começo pelo seguinte: as mulheres confirmam os ditos populares  "Mulher ao volante, perigo constante", "Mulher a conduzir, tudo a fugir", etc. etc.!

Posto isto, vejamos a minha perspectiva:


Há vários tipos de condução, e vários tipos de condutores, e eu apenas vou abordar, segundo o género, os tipos de carácter negativo.
Sei que não há melhores ou piores... sei que não se justifica qualquer generalização, porém e segundo o que afirmei ao início, a minha experiência, directa e indirectamente pensada sobre o assunto, resultou num parecer que define homens e mulheres ao volante, dentro destes tipos:

Homens são mais arriscados!
Mulheres são mais ofensivas!

 

Por arriscados entendo que são mais dados à inconsciência das consequências. Altas velocidades, contra-ordenações, álcool, enfim... tudo o que envolva o condutor como se não houvesse nada à volta, ou responsabilidades que exigem resposta, não há receio em colocar-se em risco, antes pelo contrário, há adrenalina!

Por ofensivas entendo como sendo uma condução pouco ou nada defensiva, onde o princípio de prioridade é levado à letra, onde a ideia de a razão estar do seu lado é absoluta.

 

Em ambos os casos, não partilho de nada que possa ser benevolente. Gosto de conduzir e gosto de andar em segurança, mas realmente não sei, destes, qual devo ter mais receio... penso que delas!

 

Porquê?
Porque uma condução baseada no princípio "se bater o outro é que paga" assusta-me imenso, principalmente se andar a pé. Primeiro porque este tipo de condução implica na maior parte das vezes um terceiro (que podia ser eu - é esta a parte que me mete medo), a condição de vitimização tão reconhecida à mulher, só facilita que caso eu me descuide com a minha viatura, ou ao atravessar a passadeira num vermelho, que uma mulher... enfim, decida aplicar o código com todo o rigor e ou me bata de lado, porque tinha prioridade, ou me "passe a ferro" porque eu não tinha nada que estar ali no meio da estrada.

 

Por outras palavras, aos senhores sugiro que invistam em carros, o mais tardar, de 1987... talvez assim se acalmem. Às mulheres sugiro que ao tirar o código, tenham também aulas do código civil. Só naquela...

AlfmaniaK

[Em baixo fica a opinião da Mau_Feitio... com uma perspectiva claramente virgem deste mundo que, aparentemente, pertence aos audazes e não aos medrosos... como eu!

Vá lá, leiam e digam de vossa justiça: afinal quem é mais perigoso? Eles ou elas?]

Estampa: oniricamente medroso
Vibe: Driving you slow - The Gift
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Esticado por AlfmaniaK às 17:05
Esta cueca | Partir um elástico | Engavetar
33 comentários:
De Miss Bradshaw a 19 de Outubro de 2007 às 13:50
concordo contigo sabes?
acho que o local tem muita influencia sobre o condutor!
no que diz respeito a centros urbanos as mulheres sao mm perigosas! n sei se será medo de tanta afluencia de transito,mas ficam "atadas" face a recçoes rapidas! ja me consegui desatar um bom bocado LOL

mas nas vias rapidas....ai sim...medo...mt medo...DELES! as xs nem os vemos passar por nos....porque que uma linha recta tem efeito sobre os homens??

***
De sextrip a 19 de Outubro de 2007 às 19:10
olá Miss...
eu podia falar de uma teoria que tenta explicar isso, mas, efectivamente e como disse o Alf, ficaria demasiado extensa (quiçá boçal) por aqui.

apenas que, na verdade, na essência nada tem a haver com manias, nem com desejos de fazer o proíbido, nem com nada do que normalmente é apontado.
tem a haver com uma propensão genética do macho para andar depressa - mesmo a pé, se reparares, os homens tendem a andar mais depressa que as mulheres e são mais impacientes (em tudo) com a lentidão de qualquer processo.
só depois, em cima disso, surgem todas as outras razões ou efeitos (como é o caso do vício na adrenalina; que é real, não uma forma de expressão).

a "linha recta", como é lógico... sugere a possibilidade de acelerar, de ligar o ponto A ao ponto B no mais curto espaço de tempo.
quando se fizeram as primeiras autoestradas a ideia era, precisamente, levar os automóveis a darem os seus limites em proveito desse ganho de tempo.
não existiam limites de velocidade.
mas isso..... já lá vão os tempos.

Partir um elástico

.Estendal